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6 de jul. de 2020

TALES DE MILETO - Frases


“Toma para ti o conselho que dá aos outros”.

“Ajuda teu semelhante a levantar sua carga, mas não a carregues “.

“Espera do teu filho o mesmo que fizeste a teu pai”.

"Nunca faças o que te desagrada ver fazer a outros."

"A esperança é o único bem comum a todos os homens; aqueles que nada mais têm - ainda a possuem."

"Muitas palavras não indicam necessariamente muita sabedoria."

"O rico nem sempre é sábio, mas o sábio é sempre rico."

“O que há mais difícil neste mundo é o homem conhecer a si mesmo”.

"A felicidade do corpo funda-se na saúde; a da razão no saber. "

" Não há coisa mais funesta que a maldade, que chega a ferir até o homem honrado a quem toca. "

" Não há coisa mais veloz do que a mente que, em qualquer instante, está onde quer. "

" Não tenhamos apenas as mãos limpas; tenhamos também o espírito. "

"Procure sempre uma ocupação; quando o tiver não pense em outra coisa além de procurar fazê-lo bem feito."

JEAN-JACQUES ROUSSEAU – SOBRE A PREGUIÇA


É inconcebível a que ponto o homem é naturalmente preguiçoso. Dir-se-ia que ele só vive para dormir, vegetar, ficar imóvel; ele mal consegue se dispor a fazer os movimentos necessários para se impedir de morrer de fome.

Nada mantém tanto os selvagens no amor do seu estado que essa deliciosa indolência. As paixões que tornam o homem inquieto, previdente, ativo, só nascem na sociedade. Nada fazer é a primeira e a mais forte paixão do homem, depois da de se conservar. 

Olhando-se bem, vê-se que, mesmo entre nós, é para chegar ao repouso que cada qual trabalha; é a própria preguiça que nos torna laboriosos.
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2 de jul. de 2020

FALTA DE HORAS DE DESCANSO FAZ COM QUE NOSSA MELANCOLIA SE TORNE RAIVA OU DEPRESSÃO - Joke J. Hermsen

A Filósofa holandesa Joke J. Hermsen afirma que a epidemia de depressão que assola o mundo, juntamente com o medo, ajuda a explicar a ascensão da extrema direita
Joke J. Hermsen (Middenmeer, Holanda, 1961), doutora em Filosofia e especialista na vida e na obra das filósofas Hannah Arendt e Lou Andreas-Salomé, analisa em seu último livro – La Melancolía en Tiempos de Incertidumbre – um sentimento humano que, diz ela, explica em parte a ascensão da extrema direita. 

Defende que a epidemia de depressão que assola o mundo se deve ao fato de que não soubemos deter a melancolia em sua versão insana, o que leva o ser humano a cair no lado escuro, na ira e no medo.

Pergunta. De que maneira os políticos influenciam em nossa melancolia?

Resposta. Neste momento temos muitos políticos que semeiam mais o medo do que a esperança. E isso é perigoso. Nossa melancolia precisa de esperança, de amor, de luz, de amizade... e quando a cercamos de medo corremos o risco de transformá-la em depressão. A responsabilidade desses políticos é grande. Existe o perigo, como dizia Hannah Arendt, de cair de novo em um sistema totalitário. Nunca devemos pensar que isso não vai acontecer conosco.

P. E o que podemos fazer para ir nessa direção?

R. Apontar a responsabilidade desses políticos. Tudo o que podemos fazer é criticá-los e fazer propostas esperançosas. Todos nós sofremos de fadiga parlamentar, não acreditamos mais em nossa democracia. Não acreditamos mais que os políticos vão consertar as coisas, temos que inventar outros instrumentos. E o que eu proponho são comitês de cidadãos. Pessoas escolhidas de modo rotativo por sorteio que tenham dias pagos por todos para se informar, debater e tomar decisões. A principal vantagem é que as pessoas se sentiriam mais responsáveis e representadas. Sentiriam de novo sua liberdade política, porque não devemos esquecer que também somos seres políticos. Temos que repensar nossa democracia, experimentar. Não temos nada a perder.

P. A senhora diz que a dificuldade que temos hoje para encontrar a calma é uma das causas da epidemia de depressão no Ocidente.

R. Tento readaptar a distinção feita por Aristóteles entre a melancolia criativa e solidária, a melancolia zen e a melancolia que se transforma em uma depressão muito séria, uma melancolia insana. Existem várias causas para essa evolução; uma delas é a falta de esperança que torna a melancolia cada vez mais escura e que faz com que nos sintamos ameaçados. E outra é a falta de horas de descanso, de calma, de ataraxia, que faz com que nossa melancolia se transforme em cólera ou em medo, em depressão. E este é um problema generalizado.

“Quando crescemos, é importante reaprender a
 ser aquela criança que fomos, 
que se sentia una com o mundo”

P. Outra causa de nossa melancolia, como a senhora diz, está na nostalgia que sentimos por nossos primeiros anos de vida, de que não nos lembramos porque não tínhamos desenvolvido a linguagem.

R. Escrevi minha tese em parte sobre Lou Andreas-Salomé, que descobri através de Nietzsche. Ela elaborou a ideia de que durante a primeira infância temos a impressão de sermos unos, uma unidade com tudo o que nos rodeia. As crianças dizem sempre nós, nunca eu. Se você se olhar no espelho com um bebê nos braços, ele não verá diferenças entre ambos. Nascemos em algo que nos transcende. Por isso é tão importante quando crescemos e nos tornamos esse eu, ou esse ego completamente angustiado, reaprender a ser aquela criança que fomos, que era mais do que apenas ela mesma. É uma forma de pensar sobre a transcendência do eu para o nós. Sempre sentiremos melancolia por aquela criança que fomos, por esse nós.

P. Em que momento começou a falar sobre depressão?

R. Em praticamente todas as culturas encontramos esse estado de alma melancólico ao qual cantamos descrito na poesia, na literatura, na arte... Mas a partir de Freud passou a se chamar depressão. E o que lamento é que percamos o lado positivo da melancolia. A melancolia não é alegria nem tristeza, é algo que combina essas duas sensações. Quando queremos alcançar uma verdade profunda, precisamos das ambivalências, elas nos aproximam melhor da verdade de nossa existência como seres humanos. A condição humana se desenvolve em uma ambivalência maior do que supomos nesses momentos. Mas suportamos cada vez menos as ambivalências. Quando vemos no cinema que todo mundo chora ou todo mundo ri... Pode ser muito divertido, mas existe algo no fundo da alma que não se comove. Muitas vezes o que nos chega realmente é algo melancólico, uma tristeza que sorri ou uma alegria por estar triste.

“Sofremos de fadiga parlamentar. 
Proponho criar comitês de cidadãos, 
pessoas escolhidas de modo rotativo por sorteio”

P. A senhora acredita que para tratar a atual epidemia de depressão o mundo precisa de uma aproximação às pessoas afetadas que integre o tratamento filosófico. Pode explicar melhor?

R. Não proponho isso como remédio. Quero ir mais longe. Nosso estado de alma é melancólico porque estamos conscientes de nossas perdas, estamos conscientes de que um dia morreremos e estamos conscientes dos anos e de tudo o que vamos deixando para trás. E o que é importante é que criemos horizontes de esperança em torno dessas nuvens, à sombra da melancolia. A melancolia precisa de esperança, amor, música, amizade, luz, dança... para não se tornar escura. Não é uma terapia, o que proponho é que percebamos que necessitamos, além da calma, também do amor. Não apenas com relacionamentos românticos, também o amor mundi, o amor pelo mundo mencionado por Hannah Arendt. Que nos sintamos em comunhão com o mundo e que sintamos esse amor compartilhado com ele. Necessitamo-nos mutuamente.

P. As pessoas com depressão são párias do sistema neoliberal?

R. Sim, elas são. O neoliberalismo é quem as deixa doentes. O que é necessário para que a melancolia seja saudável? Descanso, e no capitalismo isso não existe. O sistema faz com que as pessoas fiquem deprimidas e, além disso, essas pessoas não são cuidadas. Ele as afasta. A terapia que proponho não custa dinheiro, mas tempo, entretanto o tempo se tornou o produto de luxo por excelência.
Fonte: El País – por CARMEN PÉREZ-LANZAC
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29 de jun. de 2020

VÍDEO: ESTOICISMO | A Arte de Viver em Paz Sob Qualquer Circunstância





ESTOICISMO 
A Arte de Viver em Paz Sob Qualquer Circunstância.

"Até que tenhamos começado a viver sem elas, não conseguimos perceber quão desnecessárias muitas coisas são. Nós vinhamos usando-as não porque precisávamos delas, mas porque as tínhamos."
Sêneca.

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BERNARD SHAW - Frases


“Nenhuma pergunta é tão difícil de responder 
quanto aquela cuja resposta é óbvia.”
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"Daqui a alguns anos quando esta geração jovem for geração antiga, muitos dos seus integrantes vão implorar por respeito, fraternidade e amor... coisas que estão negando agora!!!".
~
O especialista é um homem que sabe cada vez mais sobre cada vez menos, e por fim acaba sabendo tudo sobre nada".
~
O sucesso encobre uma infinita quantidade de erros".
~
As idéias são como pulgas, saltam de uns para outros, mas não mordem a todos".
~
O que a história nos ensina é que a história não nos ensina nada.
~
Só temos tempo o bastante para pensar no futuro quando já não temos futuro em que pensar".
~
A democracia muitas vezes significa o poder nas mãos 
de uma maioria incompetente".
~
A virtude consiste não só em abster-se do vício, 
mas também em não o desejar".
~
O homem seria muito feliz se se esforçasse tanto em não cometer asneiras, como depois para as remediar".
~
A simplicidade é o que há de mais difícil no mundo: é o último resultado da experiência, a derradeira força do gênio".
~
"A ansiedade e o medo envenenam o corpo e o espírito."
~
Quando eu era moço observei que nove das dez coisas que eu fazia fracassavam. Como não desejava fracassar, eu trabalhava dez vezes mais."
~
A virtude não passa de tentação insuficiente”.
~
O segredo do sucesso é ofender 
o maior número de pessoas”.
~
Cuidado com o homem que não devolve a bofetada. 
Ele não a perdoou, nem permitiu que você se perdoasse”.
~
Todas as religiões são conspirações contra os profanos”.
~
A moda, afinal, não passa de uma epidemia induzida”.
~
A juventude é uma coisa maravilhosa. 
Que pena desperdiçá-la em jovens”.
~
“Um jornal é um instrumento incapaz de discernir entre uma queda de bicicleta e o colapso da civilização”.
Bernard Shaw   
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A Casa Encantada 

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27 de jun. de 2020

FELICIDADE E PRAZER - Epicuro

EPICURO - Filósofo - Grécia Antiga - * 341 A.C. // + 270 A.C.

Devemos estudar os meios de alcançar a felicidade, pois, quando a temos, possuímos tudo e, quando não a temos, fazemos tudo por alcançá-la. 

Respeita, portanto, e aplica os princípios que continuadamente te ensinei, convencendo-te de que eles são os elementos necessários para bem viver. Pensa primeiro que o deus é um ser imortal e feliz, como o indica a noção comum de divindade, e não lhe atribuas jamais caráter algum oposto à sua imortalidade e à sua beatitude. 


Habitua-te, em segundo lugar, a pensar que a morte nada é, pois o bem e o mal só existem na sensação.


De onde se segue que um conhecimento exato do fato da morte nada ser nos permite fruir esta vida mortal, poupando-nos o acréscimo de uma ideia de duração eterna e a pena da imortalidade. Porque não teme a vida quem compreende que não há nada de temível no fato de se não viver mais. É, portanto, tolo quem declara ter medo da morte, não porque seja temível quando chega, mas porque é temível esperar por ela.


É tolice afligirmo-nos com a espera da morte, visto ser ela uma coisa que não faz mal, uma vez chegada. Por conseguinte, o mais pavoroso de todos os males, a morte, nada significa para nós, pois enquanto vivemos a morte não existe. E quando a morte veio, já não existimos nós. A morte não existe, portanto, nem para os vivos nem para os mortos, pois para uns ela não é, e pois os outros não são mais.

(...) Deve, em terceiro lugar, compreender-se que, de entre os desejos, uns são naturais e os outros vãos e que, de entre os naturais, uns são necessários e os outros somente naturais. Finalmente, de entre os desejos necessários, uns são necessários à felicidade, outros à tranquilidade do corpo e outros à própria vida. Uma teoria verídica dos desejos ajustará os desejos e a aversão à saúde do corpo e à ataraxia da alma, pois é esse o escopo de uma vida feliz, e todas as nossas ações têm por fim evitar ao mesmo tempo o sofrimento e a inquietação.

Quando o conseguimos, todas as tempestades da alma se desfazem, não tendo já o ser vivo de dirigir-se para alguma coisa que não possui, nem buscar outra coisa que possa completar a felicidade da alma e do corpo. Porque nós buscamos o prazer somente quando a sua ausência causa sofrimento. Quando não sofremos, não sabemos que fazer do prazer. E por isso dizemos que o prazer é o começo e o fim de uma vida venturosa. 

O prazer é, na verdade, considerado por nós como o primeiro dos bens naturais, é ele que nos leva a aceitar ou a rejeitar as coisas, a ele vamos parar, tomando a sensibilidade como critério do bem. Ora, pois que o prazer é o primeiro dos bens naturais, segue-se que não aceitamos o primeiro prazer que vem, mas em certos casos desdenhamos numerosos prazeres quando têm por efeito um tormento maior. 


Por outro lado, há numerosos sofrimentos que reputamos preferíveis aos prazeres, quando nos trazem um maior prazer. Todo o prazer, na medida em que se conforma com a nossa natureza, é portanto um bem, mas nem todo o prazer é entretanto necessariamente apetecível. Do mesmo modo, se toda a dor é um mal, nem toda é necessariamente de evitar. Daqui procede que é por uma sábia consideração das vantagens e dissabores que traz que cada prazer deve ser apreciado. 


Na verdade, em certos casos, tratamos o bem como um mal e, noutros, o mal como um bem.


Depender apenas de si mesmo é, em nossa opinião, grande bem, mas não se segue, por isso, que devamos sempre contentar-nos com pouco. Simplesmente, quando a abundância nos falece, devemos ser capazes de contentar-nos com pouco, pois estamos persuadidos de que fruem melhor a riqueza aqueles que menos carecem dela e que tudo que é natural se alcança facilmente, enquanto é difícil obter o que o não é. As iguarias mais simples dão tanto prazer como a mesa mais ricamente servida, quando está ausente o tormento que a carência determina, e o pão e a água causam o mais vivo prazer quando os tomamos após longa privação. 

O hábito da vida simples e modesta é portanto boa maneira de cuidar da saúde e torna, além disso, o homem corajoso para suportar as tarefas que deve necessariamente realizar na vida. Permite-lhe ainda, eventualmente, apreciar melhor a vida opulenta e endurece-o contra os reveses da fortuna.


Por conseguinte, quando dizemos que o prazer é o soberano bem, não falamos dos prazeres dos debochados, nem dos gozos sensuais, como pretendem alguns ignorantes que nos combatem e desfiguram o nosso pensamento. Falamos da ausência de sofrimento físico e da ausência da perturbação moral.

Porque não são nem as bebidas e os banquetes contínuos, nem o prazer do trato com as mulheres, nem o júbilo que dão o peixe e a carne com que se enchem as mesas suntuosas que ocasionam uma vida feliz, mas hábitos racionais e sóbrios, uma razão buscando incessantemente causas legítimas de escolha ou de aversão e rejeitando as opiniões suscetíveis de trazerem à alma a maior perturbação.

O princípio de tudo isto e, ao mesmo tempo, o maior bem é, portanto, a prudência. Devemos reputá-la superior à própria filosofia, pois que ela é a fonte de todas as virtudes que nos ensinam que não se alcança a vida feliz sem a prudência, a honestidade e a justiça e que a prudência, a honestidade e a justiça não podem obter-se sem o prazer.

As virtudes, efetivamente, provêm de uma vida feliz, a qual, por sua vez, é inseparável das virtudes.
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18 de jun. de 2020

15 FRASES DE FREUD PARA VOCÊ AMADURECER

Conhecido como o “pai da psicanálise”, Sigmund Freud é um dos autores mais amados e odiados do século XIX e XX. A sua obra continua a ser alvo de debates controversos, ao mesmo que tempo que serve de grande influência para a psicologia contemporânea.

Freud também é conhecido por ser autor de profundas reflexões sobre a condição humana. Selecionamos algumas que com certeza te farão refletir sobre como lidar com a vida!

Você é capaz de reconhecer se todas essas frases são mesmo de Freud??? Será que o conhece tão bem assim?? A internet está recheada de palavras atribuídas à Freud e que não são dele, será você um Freud expert?

1. Lembre-se: o problema pode não estar em você…

Não se martirize à toa!

2. Sobrevivendo as “pancadas” da vida

A vida é bela, mas também pode ser muito cruel e difícil para algumas pessoas. Em algumas situações, por mais extremas e desesperadoras que possam parecer, devemos manter o pulso firme e o equilíbrio mental, pois esta é a melhor maneira de conseguir enxergar a luz no fim do túnel!

3. A regra é clara!
“O pensamento é o ensaio da ação.”
Sigmund Freud

Quando a ação vem antes do pensar, as consequências podem ser desastrosas! Todos nós aprendemos isso uma hora ou outra ao longo da vida…

4. Afinal de contas, esta é a única certeza que temos…


5. Você se acha uma pessoa confiável?

Você já parou para pensar se as suas atitudes perante o próximo são dignas e corretas? Como é o seu papel na sociedade? Qual a contribuição que dá para o mundo? Entre outras coisas, nesta frase Freud nos faz pensar sobre os traços da personalidade da natureza humana, as nossas fragilidades, capacidades e, principalmente, as fraquezas.

6. O amor é a melhor resposta ao ódio, definitivamente…
“Podemos nos defender de um ataque, mas somos indefesos a um elogio”.
Sigmund Freud


7. As melhores conquistas da vida são as mais difíceis!
“Fui um homem afortunado; na vida nada me foi fácil”.
Sigmund Freud


8. Falando sério: sabe quem você é?
“Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer”.
Sigmund Freud

Nós sempre lembramos aqui da importância de refletirmos sobre quem somos. Conhecer e entender os nossos sentimentos e comportamentos não é uma tarefa fácil e requer um longo histórico de experiências e vivências.

Freud reforça esta ideia ao mostrar que o caminho em direção ao autoconhecimento é essencial para conseguirmos ter sucesso em outros aspectos da vida!

9. A sabedoria é proveniente do conjunto de suas vivências
“Só a experiência própria é capaz de tornar sábio o ser humano”.
Sigmund Freud

Por isso, nossa sugestão é: explore, ouse e não tenha medo de ter dúvidas nesta vida! Viva as experiências que você deseja viver, aprenda com os erros e não tenha receio de tentar novamente após um fracasso.

10. “Diga com quem andas…”


11. A vida é uma constante (e bela) luta!

Olhar para trás e ver que coisas importantes foram construídas ao longo do caminho é uma das melhores sensações do mundo! Pare e reflita: “eu estou deixando a minha marca?”

12. As “certezas absolutas” nos cegam perante novos horizontes

Manter a “mente aberta” é importante para alcançar a sabedoria. Não guarde as ideias e noções que você tem do mundo numa caixa. Permita-se experimentar diferentes caminhos e ouvir opiniões opostas!

13. O egoísmo e a ganância nunca te deixarão “evoluir”


14. Conclusão: o mundo é recheado de idiotas!


15. Todos nós deveríamos ser…
“Ser inteiramente honesto consigo mesmo é um bom exercício”.
Sigmund Freud

Você consegue ser totalmente honesto consigo mesmo?
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A Casa Encantada 
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RACISTA: NÃO QUEREMOS VOCÊ AQUI!

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